terça-feira, 7 de dezembro de 2010

buscas e encontros

coincidências acontecem. ou será porvidência? Digo isto porque enquanto sonhava que alguém me procurasse, que alguém se lembrasse e quisesse ouvir minha voz, outra pessoa realizou aquele[este] sonho meu.
esses dias atrás me ligaram tarde da noite porque tinha surgido obstáculos online entre nós. Daí eu ouvi meu celular tocar. Fiquei tão feliz porque só podia ser ele [e era]. eu tive que ri. nem sei poque bulhufas eu ri. e isso só o fez ficar mais constrangido por não saber se eu estava rindo dele ou com ele ou por causa dele. Mas, só me arrependo de não ter dito o que eu realmente estava pensando...["Ainda bem que você me ligou. precisava mesmo da minha dose diária de você, precisava também de uma prova de que você se importa e que quer estar comigo. saiba que me ligando você acabou de provar que realmente existe um relacionamento entre nós. e sendo sincera, eu estava pensando se algum dia você ligaria pra mim, se retribuiria a atenção que dou a você."]


Menina que não sabe o que fazer

terça-feira, 30 de novembro de 2010

Pra que eu preciso saber da estética, se eu tenho olhos e posso te ver? e o  que não se vê, como conhecer?

não vou aguentar...


Melhor esperar no chão
Melhor não demorar, não

Já esperou demais

Não vá me fazer chorar

Eles são todos iguais 

Dançou pertinho de mim
E não parou de me beijar
Pediu meu telefone
Fácil de mais
Será que vai me ligar?
Eles são todos iguais ♫ 
Sandy e Junior


Menina que sabe seu número de có

domingo, 28 de novembro de 2010

eu fico meio assim,

rosada.

É. Eu tenho um pouco de vergonha de perceber que vc está assim acomigo, tão próximo, tão pra mim. Sou uma boba que não entende que ser feliz, que estar de bem com a vida é direito de todos. É que eu fico meio perdida ainda. Você com essa cara de ÃO, dono de um apelidINHO me traz um pouco de insegurança, de descompromisso, por isso me desvio.
Ok, quem vê cara não vê coração, mas ainda não descobri você. Não é que eu não queira. É vergoiinha mesmo, um pouco de adrenalina também, porque é meio "clandestino", é ainda um sonho. E eu fico meio boba quando do nada vc se lembra de ficar junto, comigo, pois eu sempre tento me abstrair um pouco pra não viver só de sonhos, pra não viver achando que você me quer. Daí você me convida, faz planos e encontros. Tudo isso me atrai, me distrai, me faz bem. É até engraçado: você tão malandrinho, marrento, todo pomposo olhando nos olhos de uma menina tão medrosa, sensível, tão distante, que tenta se aproximar. Tenho até um pouco de receio de te olhar nos olhos simplesmente, pois fico meio presa neles; não quero imaginar nada, só preciso observar, perceber, entender o que eu vejo em você.

Menina do segundo andar

você desagua em mim e eu oceano


Um dia eu pensei: será que ele é sempre tão intenso assim? será que é sempre mar agitado? ou será que também existe calmaria, mar brando dentro dele?



Menina sentada na areia

Motivo do silêncio

Ouvi um dia de uma amiga que eu podia ser mais livre se não quisesse que as pessoas se prendessem a mim, se eu não fosse tão dramática e realista ou durona como eu sou. Resolvi ser mais malheável nesse ponto e, então, num dia de sol, ele (re)apareceu pra mim, assim bem simples e direto. Quando achou que devia, abriu o Seu jogo e desde então Meu jogo ficou tendencioso. Mesmo sendo tão dificil pra mim ser relex com meus sentimentos, libertei um pouco meu desejo e fiquei a mercé deles, mas respeitei meus limites. 
As coisas estão Tão simples, tão compreensíveis que me deixam encabulada. Pensei que por ele, não fosse passar de um beijo, um abraço e um sorriso e fim. Mas ele volta, e me faz bem, e diz "vamos nos ver de novo?" e me ouve e se importa com meus silêncios desconcertantes e envergonhados. Me faz sentir importante, lembrada, querida, esperada.
Sou a durona, sou a séria, escrevo coisas melosas e verdadeiras e me escondo nessas armaduras, nas poucas palavras, nas palavras no papel; Eu até me idealizo um pouco e tenho medo de desapontá-lo e até me desapontar por causa disso, ou que num dia simples e fácil ele não queira me ver de novo.
Não sei até onde ele vai, mas sei até onde posso ir. Tenho receio de olhar nos olhos e ver segundas intenções, sendo que as minhas são sempre as primeiras e simples; sofro um pouco com minha insegurança ainda mais porque ele se comporta não como eu sonhei que se comportassem, mas se comporta de forma real, bem firme e isso me desconcerta; sua aproximação me deixa meio boba e esperta, e então lembro que não posso me render ao calor e aos beijos, e, logo depois lembro daquela conversa entre amigas, daí me rendo só um pouquinho.
As vezes sinto um frio na barriga sobre o nosso futuro, se é que existe esse NÓS pra ele; talvez seja o modo de ele ser que me deixa meio assim, bobinha. É um pouco diferente dos relacionamentos que vivi. É mais livre e espontâneo, e isso me deixa sem jeito, sem palavras, só em silêncios desconcertantes. Mas não faço porque quero que ele pare de dirigir a palavra a mim, pelo contrário, mas porque é um refúgio para meus sentimentos e sensações se acalmarem e não acabar me precipitando em relação a nada, e não falar tanto de mim e ouvir um pouco mais dele. É um modo simples de ser feminina, um modo simples de ser Eu.

Menina que diz sim a NÓS

sexta-feira, 26 de novembro de 2010

Breu

Eu estava tão bem no meu quartinho escuro, isolada desse mundo extraordinário de mais pra meus olhos e sensibilidade. Lá eu estava neutra, como um neutron: dentro do núcleo, escondida bem no meio de mim, na menor partícula de mim. Então eu tive a estúpida ideia de ver a luz do sol e acabei ficando cega e perdida de novo. Mas no instante que vi a luz, vi alguém que poderia me tirar de lá, acender a luz do quartinho, me ajudar a organizá-lo e limpá-lo. Eu queria gritar, mas a voz não saía; eu queria correr, fugir deixar pra trás o mundo individualista e egoísta do meu quartinho, mas minhas pernas ficaram estáticas; eu precisava estender as mãos para que me vissem, vissem que eu estava viva no meio daquele breu. Nada respondia, ninguém perguntava também. Parecia que estava num precipício agarrada aos arbustos, escorregando para o fim. Mas alguém me salvou sem dizer nada. Simplesmente me tirou de lá, me estendeu as mãos me puxando para fora do breu, acendeu a luz daquele cantinho esquecido e com seu toque fez minha voz cantar de alegria incalculável... era Jesus.

Menina do seu lado no ônibus

o que eu aprendi hoje

Um dia tem suas quase vinte e quatro horas, e nas primeiras doze horas tudo acontece. Num passeio pelo Rio de janeiro, tudo pode se passar: ficar queimada de sol, suar até molhar a camisa, correr de arrastoes, ficar em alerta vermelho ao ouvir gritos, acreditar em boatos e desecraditar depois, só pra poder ficar calma; Nas segintes seis horas parar pra escrever o que aconteceu nas ultimas doze horas, não aprender nada na internet, a não ser que reencontrar minha paixão virtual me vicia mais em internet e ainda descubrir todos os dias que sou sonhadora de mais. Sabe, as vezes fico querendo migalhinhas de tempo no mundo virtual podendo me arriscar com a realidade.
Mas, agora de férias, vou tirar um tempo pra ser mais livre. Vou dormir melhor minhas outras seis horas de sono. E lembrar que ser pontual é uma virtude e preciso não ter preguicinha pra levantar cedo e assim consegiur alcançá-la. Principalmente se um principe encantado quiser me convidar pra sair. Fazer acontecer todas as horas do meu único dia de vida.

meu próprio tempo

pensar na minha vida me faz ver como sou uma pessoa muito prevísivel. Não gosto de ser assim. Gosto de surpreender e que me surpreendam. E nesse olhar ao passado percebi o que meus amigos diziam: que meu tempo sempre é o mesmo. Eu só preciso ter paciência. É como se meu coração tivesse um reloginho que desliga quando um amor diz não e vai embora e só desperta três meses depois. "É hora de acordar, querida. O amor quer tentar te ganhar". É uma luta dura, coitado. Sai surrado, sem energias, chega até a praia mas morre lá. Poucos conhecem técnicas de sobrevivência nesse território tão desconhecido. As vezes pra esses que chegam, não era tão ÃO o prêmio. As vezes penso que tenha sido muita batalha e paciência para ganhar uma presentinho humilde que fala muito e que tem muito medo.
É quase uma piada esse meu tempo "pra respirar". As vezes soa como insencibilidade, Soa como se eu esperasse "Ah, daqui uns 90 dias tô em outra". Mas eu sei que não é assim. Eu só entendo dentro do meu próprio tempo [concidentemente tão regradinho] que vale a pena sonhar de novo, que é certo dar uma nova chance a mim, que vale a pena apostar no amor pra ver se ele ganha e Me ganha.

take a risck, make a wish, take a chance, make a change, and breakaway(8)

Menina sentada na escada
--quer contar?
--não sei. prefiro deixar guardada ali no meu baú de coisas à lá eu mesma.
--mas no dia q vc for me contar mais de vc eu vou estar aqui
--um dia.
--rs
--mas eu acho que até lá vc já esqueceu, já terá passado essa curiosidade simples e sem sentido. então essas palavras vao continuar ali no meu baú de coisas à lá eu mesma.

Menina do Canto da sala